Matérias » Obesidade infantil e na adolescência

E-mail: nutricio@nutricio.com.br
Telefone: (31) 3031-6746

OBESIDADE INFANTIL: O QUE FAZER?

Se engana quem pensa que a obesidade é um problema só de adultos. A obesidade infantil, ou na adolescência, é um problema que cresce em nosso país e que exige atenção dos pais, escola e profissionais de saúde prinicipalmente devido às conseqüências que pode trazer.

Uma criança obesa tem mais risco de desenvolver colesterol elevado, problemas ortopédicos, diabetes e hipertensão, transtornos que acontecem cada vez mais cedo na nossa população. “Considero que a obesidade infantil tem uma outra conseqüência ainda pior: faz com que a criança seja alvo de apelidos e brincadeiras desagradáveis, colaborando para o isolamento na escola, no grupo de vizinhos”, comenta a nutricionista Mariana Braga Neves, coordenadora da equipe de educação nutricional infantil da Nutrício.

Como sabemos, contribuem para a obesidade a genética, a ansiedade, os problemas hormonais e principalmente os maus hábitos alimentares e o sedentarismo. “O bom exemplo alimentar precisa ser dado pelos pais, irmãos, primos, pessoas mais velhas e que servem de modelo para a criança”, comenta a nutricionista.

No caso da criança, o ambiente familiar tenso, a ansiedade com mudanças de escola, a briga constante dos pais podem contribuir para a compulsão alimentar, fazendo com que a criança coma demais. Além disto, é preciso que os pais incentivem a atividade física dos filhos, desde pequenos. “Fazer um esporte é importante não somente para elevar o gasto de energia mais também para o controle da ansiedade.

Fundamental também é que os pais procurem brincar com os filhos, estimular formas de lazer na qual a criança se movimente, brincadeiras em praças, clubes, ainda que sejam no final de semana”, comenta Mariana.

Uma avaliação com o endocrinologista é indicada para verificar se a questão hormonal está bem. A educação nutricional, base do trabalho de promoção dos bons hábitos alimentares deve começar desde cedo, ainda quando os filhos são bebês. De acordo com a nutricionista, o erro começa nos primeiros vezes de vida. “Algumas mães têm problemas que as impedem de amamentar. Para estas, é preciso uma orientação sobre que fórmula infantil usar, quando e como oferecê-las. Porém, muitas mulheres não têm paciência para amamentar, ou seja, falta persistência. Com isto, acabam iniciando a alimentação complementar antes da hora e com alimentos errados, contribuindo para a obesidade das crianças”.

Uma despensa saudável e uma geladeira cheia de alimentos nutritivos é importante para toda a família. “Não adianta querer que a criança coma fruta enquanto os pais comem salgadinhos e doces. Fica impossível para a criança controlar”, afirma a nutricionista que é taxativa quando diz que os alimentos tentadores e pouco saudáveis devem ficar de fora da cozinha pelo menos de segunda a sexta.

Questionada sobre a necessidade de uma dieta ainda na infância, a nutricionista afirma que é a favor. “A orientação alimentar e a dieta personalizada são fundamentais para a criança que apresenta excesso de peso. Não é nenhuma covardia não. É um bem que os pais estão fazendo aos filhos”. Ela afirma que se engana quem pensa que a dieta para crianças é restritiva e que muitos alimentos são proibidos. “Na reeducação alimentar infantil, as crianças aprendem a comer bem. Elas percebem que até podem usar seus alimentos preferidos como biscoitos, sorvetes, bolos, porém que devem fazê-los nos finais de semana, com moderação. Aprendem também que existem muitas formas de comer alimentos gostosos e ao menos tempo saudáveis”. Para estimular esta prática, as nutricionista da Nutrício usam técnicas próprias como jogos, brincadeiras, estimulando a criança a ter responsabilidades sobre a sua alimentação e fazendo mudanças nos hábitos alimentares de forma continua e gradual.

Sobre a máxima “A criança gordinha de hoje é o adulto obeso de amanhã”, a nutricionista Mariana comenta “existe todo um conteúdo científico por trás desta afirmação. Durante a infância as células de gordura aumentam de número. Se a criança tiver uma formação excessiva destas células poderá ter dificuldades para controlar o peso para o resto da vida”.

Consulte também o texto “Sete passos para que seu filho não seja um obeso no futuro»

Redes Sociais: Twitter , Orkut , LinkedIn, Facebook e Blog da Nutrício
Formas de Pagamento: Cartões de crédito, dinheiro e cheque
Redes Sociais da Nutrício
Formas de pagamento na Nutrício
Nutrício
 
 |
  Rua Rio Grande do Norte 57,  sala 407 - Santa Efigênia - Belo Horizonte, MG  |  Tel: 3031-6746  |  Fale Conosco  |  Mapa do site
Siga a Nutrício no Twitter Entre na comunidade da Nutrício no Orkut Perfil da Nutrício no LinkedIn Veja a Nutrício no Facebook Blog da Nutrício